domingo, 11 de outubro de 2009

Há de ser o momento exato?
Por entre versos rimados, provavelmente sentidos, quero a proximidade da resposta singela. Palavras jogadas no papel repentinamente - cruel impulsividade. Onde meus anseios tornam-se poemas, meus amores melancolia. Pensamentos subterrâneos jorrados delicadamente por um deserto límpido. Em meu infinito visto só há nuvens, vez ou outra olhando para o lado se avista pétalas luminosas de frescor apurado...
Oh, tolos mortais! Fazem uma vida passar apressadamente entre prédios, enquanto eu aprecio o instante incerto, desejo inexato da hora não vivida. O imensurável questionar de pensamentos embriagantes.

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